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Lucas Santtana faz show de lançamento do álbum “O Paraíso” no Sesc Ipiranga

Cantor e compositor apresenta o seu nono trabalho autoral no teatro da unidade nos dias 14 e 15 de janeiro

Foto: Jérome Witz

O cantor, compositor e multiinstrumentista Lucas Santtana é atração do Sesc Ipiranga nos dias 14 (sábado) e 15 (domingo) de janeiro. As apresentações marcam o lançamento do projeto “O Paraíso”, que terá uma turnê viajando pelo Brasil e pelo mundo, integrada a diversas ações em diferentes plataformas.

Um álbum militante, com toques sonoros inventivos, que misturam música brasileira, jazz e eletrônica, assim é “O Paraíso”. Disco que trata de temas urgentes, como a crise climática e a consciência ambiental.

Onono álbum autoral do artista, surgiu durante a pandemia onde o compositor se dedicou a leitura de livros que lhe despertaram não só para a urgência do momento em que estamos vivendo como também para a beleza da qual somos parte. 

“O Paraíso”, de Lucas Santtana, desdobra-se em dez canções, oito delas inéditas e duas versões, para falar da vida sobre a Terra. O álbum soa orgânico, como evoca o seu título, e suas metamorfoses sonoras apagam a linha divisória do que é acústico ou eletrônico. Não existem loops nem samples, todas as faixas foram tocadas.     

Participam desse ecossistema criado por Lucas, as percussões de Zé Luís Nascimento, uma mistura da sutileza de Naná Vasconcelos com a potência da nova percussão baiana, os sopros dos jazzistas Remi Sciuto e Sylvain Bardiau, a maestria do cello de Vincent Segal, os sintetizadores e marimbas de Fred Soulard e a voz e violões de Lucas Santtana. O álbum ainda traz as participações especiais das cantoras Flavia Coelho e Flore Benguigi (banda L’imperatrice)

“O Paraíso” foi gravado e mixado por Fred Soulard em Paris, com esses músicos da cena local, um pedido da sua gravadora francesa No Format, já que Lucas, no momento, reside na França. Desde 2012, o músico brasileiro lança álbuns e realiza turnês pela Europa.

Lucas é conhecido por sua inventividade sonora. Mas é através da palavra, que já vinha ganhando protagonismo em seus últimos trabalhos “Modo Avião” e “O céu é velho há muito tempo”, que “O Paraíso” reafirma essa nova fase no processo criativo do cantor e compositor. Dessa vez para falar da vida sobre a terra. 

O artista se apresenta ao lado de Bruno Marques (bateria), Marcelo Dworeki (baixo), Fábio Pinc (teclados), Daniel Gralha (trompete e teclado).