Estudo da FGV revela que apesar da crise, turismo no Brasil prevê crescer esse ano; confira

Viagem

As 80 maiores empresas do turismo, responsáveis por um faturamento de R$ 64,6 bilhões e 115 mil postos de trabalho em todo o Brasil, revela que as perspectivas para são positiva são positivas.  De nove segmentos pesquisados sete estimam crescimento no faturamento neste ano. Os dados fazem parte do estudo da Conjuntura Econômica do Turismo divulgado pelo MTur e que foi elaborado pela Fundação Getúlio Vargas

Nos segmentos de locação de automóveis, transporte rodoviário e operadoras de turismo mais de 90% dos pesquisados afirmam que irão aportar novos recursos nos próprios negócios este ano. As locadoras de automóveis lideram a lista, com um aumento projetado de 9,6% no faturamento e de 16,2% no quadro de funcionários.

“Num momento desafiador como o que estamos vivendo, a projeção de aumento de faturamento e de empregos no setor é uma excelente notícia. Mostra que o turismo reúne boas condições para ajudar o Brasil a enfrentar a crise”, comentou o ministro interino, Alberto Alves.

As perspectivas de aumento de faturamento ocorrem também no turismo receptivo (8,3%), transporte rodoviário (6,6%), meios de hospedagem (5%) promotores de feiras (3,1%), agências de viagem (2,5%) e operadoras de turismo (0,8%).
O número de colaboradores deve crescer também entre os organizadores de eventos que estimam aumento de 3,2% e no turismo receptivo em 2,1%. .A disposição  de  viajar  nos  seis  meses deste ano   variaram do mínimo de 22,4% ao máximo de 26,7%, enquanto que no mesmo período de 2014 a variação foi de 31,6% a 34,9%.

Conforme    se pode    constatar  somente    três    ramos    apresentaram saldos de respostas positivos de faturamento em 2015 (em confronto com  2014)  foram:  locadoras  de  automóveis  (+21%),  operadoras  de  turismo  (+20%)  e  meios  de  hospedagem  (+10%).  Os  demais  revelaram  elevados  saldos  negativos,  destacadamente:  promotores  de  feiras  (-68%),  organizadoras  de  eventos  (-66%)  e  transporte aéreo (-60%). Portanto, trata-se de resultado (de modo geral) desfavorável para o setor de turismo, com 6 segmentos (entre 9) registrando saldos de respostas inferiores a -26%.

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