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Fotógrafa registra o contraste entre o quente de Cuba e a frieza de Miami

A diretora de fotografia e fotgrafa carioca Maritza Caneca diz que s entendeu Miami depois de ir a Cuba.

Ela viajou no ano passado ilha caribenhas e fez uma srie de imagens que mostram o colorido dos carros e prdios de Havana. Em Miami, a fotgrafa deu continuidade ao seu trabalho com fachadas –que adora fotografar, por causa da simetria–, registrando paredes brancas da cidade.

O resultado est na mostra “ltimas cores de Cuba”, em parceria com o arquiteto Pedro Paranagu, no Casa Cor Rio.

A exposio pretende mostrar o contraste entre a frieza da cidade norte-americana e o “quente, o gingado” de Cuba com 14 fotografias.

Para Caneca, seu trabalho com Cuba ” um documentrio, uma maneira de manter vivo algo que pode ser que acabe”, em referncia ao fim do embargo ilha, que promete mudanas no pas, entre elas uma “avalanche” de turistas norte-americanos.

“Foi muito interessante ir para um lugar parado h 50 anos no tempo e sentir o medo de que tudo aquilo pode acabar”, contou ela.

Caneca comeou a fotografar quando j trabalhava como diretora de fotografia. Ela conta que o cinema ajudou a “aprimorar seu olhar” ao dar-lhe noes de “luz, enquadramento e referncias de fotgrafos importantes.”

LTIMAS CORES DE CUBA
ONDE no espao Home Office da Fotgrafa, no Casa Cor Rio, ladeira da Glria, 26, Rio de Janeiro
QUANDO 15 de setembro

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